O Carazi






















Caso esteja lendo a noite e deseja dormir tranquilamente, feche essa página e vá fazer outra coisa,mas volte a manhã se estiver curioso.
obs: quando li essa história pela primeira vez não consegui dormir a noite. '-'

O Carazi tem a aparecia de um menino de seis anos, ele não tem boca, os olhos dele são totalmente negros e brilhosos e dizem que ao invés de dedos ele possui garras. O Carazi entra na casa das pessoas á noite, e se esconde nos armários, debaixo de mesas, atrás do sofá, ele só não entra nos quartos. Quando ele entra na casa das pessoas ele fica quieto observando, e quando alguém sai do quarto á noite para ir beber água, por exemplo, ele observa a pessoa e entende isso como um convite para entrar no quarto dela. Depois disso, a pessoa tem pesadelos, não conseguem dormir direito, começam a escutar barulhos estranhos, tem a sensação de que tem alguém ás observando e algumas dizem que vira ele.


Quando li sobre ele, pensei que fosse uma bobagem, só mais uma historinha de terror. Depois de uns dois, eu estava dormindo tranquilamente, nem mesmo me lembrava dessa historia, só que teve um dia que eu acordei á noite com muita sede, me levantei normalmente e fui até a cozinha, passando por um corredor escuro, voltei para meu quarto, só que nessa noite eu tive um pesadelo. Acordei no outro dia, eu nem levei á serio, era só um pesadelo idiota, não é?

Mas não foi só um pesadelo, foram vários, durante uma semana inteira. Os pesadelos que eu tinha eram tão horríveis que eu comecei a ficar com medo de dormir, e com isso comecei a perder o sono, demorava horas para dormir. Depois de algumas semanas, eu escutei uns barulhos estranhos no meu quarto, e quando estava muito silencioso, eu chegava a escutar alguém respirar, mas não tinha ninguém no meu quarto, não alguém visível.

Isso só piorou, eu fiquei paranóica, comecei a sentir que tinha alguém que me observava dormir, minha mãe achou que eu estava louca. Eu já estava desesperada, revirei meu quarto inteiro e não achei nada, resolvi pesquisar algumas na internet que pudessem explicar o que estava havendo comigo, e então me lembrei daquela historia idiota do Carazi, mas depois que li de novo, não me parecia tão idiota assim, parecia muito real, e aquilo estava acontecendo comigo, que sempre ridicularizei essas historias.

Quando admiti para mim mesma, que quem estava me assustando de noite era o Carazi, ficou mais fácil lidar com isso, procurei na internet um método para expulsá-lo de meu quarto, mas não tinha nada. Á única coisa a fazer era ignorá-lo, e foi o que eu fiz, e faço até hoje. Quem sabe um dia ele não vai embora, quem sabe um dia ele não para de me fazer perder o sono e ficar enrolada na coberta acordada escutando barulhos estranhos e esperando ansiosamente o dia amanhecer.

A verdadeira história da chapeuzinho vermelho

Estou hoje trazendo duas versões de uma história (A verdadeira história da chapeuzinho vermelho), que encontrei pela internet, eu encontrei outras, mas achei meio sem nexo então
preferi postar apenas essas duas. 
Boa leitura!


Versão 1
Existe uma versão francesa da história que diz assim:


Após interrogar Chapeuzinho e pegar uma atalho para a casa da vovó, o Lobo mata e esquarteja a velhinha sem dó alguma. A coisa piora quando o Lobo, já disfarçado de vovó, oferece a carne e o sangue da mesma, como se fosse vinho para matar a fome da Chapeuzinho, que come e bebe sem suspeitar de nada. Após está completamente satisfeita, ela descobre que cometeu canibalismo sem saber. Depois ela tira a roupa e joga no fogo a pedido do lobo, e ela pergunta o que fazer com as peças de roupas que ela tira. Então ele responde: - Jogue no fogo pequenina, você não irá mais precisar. Depois de deitar ao lado do Lobo completamente nua, ela nota os aspectos físicos do Lobo, desconfiando de algo. Adimirada ela pergunta: - Como você é peluda vovó, que ombros largos você tem e bocão também. No final da história, Chapeuzinho acaba sendo estuprada.



Existe umas verdades que muitos escondem, que na verdade, a vovozinha era uma meretriz e dona de um cabaré, que ficava na floresta, porém, ela usava crianças. Mais por que crianças? Porque na quela época não existia pedofilia, o sexo era permitido em todas as idades. E o Lobo mau é na verdade caracterizado como um pedófilo, que era cliente da chapeuzinho mas acaba matando-a e cometendo o ato do estupro.



Existem mais dois finais na história francesa. A primeira é uma história com final “feliz”, onde a Chapeuzinho pede para ir no banheiro, o Lobo acaba deixando e ela escapa. A segunda acaba com o Lobo estuprando e jantando a Chapeuzinho.


Versão 2:

Era uma vez uma garota apelidada de Garota do Capuz, era uma garota quieta e na dela. Vivia na floresta juntamente com sua mãe e passava por momentos difíceis, mas sempre conseguia algo para comer junto com a mãe. Era chamada de Garota do Capuz somente por ser quieta e na dela, parecia um tanto misteriosa com seus cabelos compridos e ruivos. Sim, ela na verdade é ruiva. Vivia humildemente e sua única família era sua mãe e sua avó que morava do outro lado da floresta, pois não tinha lugar para ela ficar na casa da humilde ruiva de 12 anos. Certo dia, sua avó ficou muito doente e a mãe da ruiva pediu para que a garota fosse visitar a avó levando algumas amoras.


Garota do Capuz foi andando pela floresta que foi ficando cada vez mais escura, mas ainda sim ela estava disposta a colher as amoras, sua fruta favorita e dá avó. Garota do Capuz era quieta, mas muito séria e sabia assustar quando queria. Sim, ela gostava de pregar peças. Era quase que uma artista, só que de tão misteriosa, as pessoas a odiavam e tinham medo dela. Ela sofria calada, mas sofria. Estava andando pela floresta até que escutou um barulho na moita. Era um lobo grande e de olhos vermelhos, sorria malignamente. O lobo chegou perto e reparou nas amoras que a garota levava na cesta. Ficou a encarando e tentou atacar a ruiva. A garota assustada começou a correr pela floresta e mesmo tropeçando chegou à casa da avó. A avó estava morta. A garota ficou desesperada e pensou ter sido o lobo que olhava da janela confusamente. Garota do Capuz deu um sorriso amarelo e tirou do vestido cinza, uma faca. Atacou com todas as forças o lobo. Não sobrou nada do lobo. A avó dela estava morta ensanguentada na cama e o cabelo da garota ficou sujo de sangue.



A ruiva encarava a avó e o lobo com uma cara satânica e sorridente “ Ninguém vai reparar”- Dizia ela limpando a faca e enfiando no vestido



A garota então se sentou do lado da avó e começou a cantar uma canção de ninar improvisada “ A ruiva que ninguém amava... virou a madrugada... que traz a noite desgraçada...” – Cantarolava passando a faca de leve no rosto da avó morta.



Então alguém chegou, era um caçador. Vinha atrás da ruiva. Ele caçava a assassina faz dias. Dias que ela matava seus colegas da aula da escola que ficava na floresta. Eles sempre caçoaram delas. Agora era a hora dela se vingar de todos. O caçador tentara pegar a ruiva que fora mais rápida e fugira pela floresta. Chegara em casa com a roupa e cabelo sujo de sangue. A mãe assustada tentou fugir, mas a garota com seus belos cabelos ruivos acertou em cheio o pescoço da mãe. O caçador chegou e encontrou a menina cantando: “A ruiva que ninguém amava... virou a madrugada... que traz a noite desgraçada... matou o lobo... matou a velha... a mãe... é ela... Chapéu vermelho... feito de sangue...



A ruiva desgraçada pegará um caçador – Disse ela girando sua cabeça para a porta, onde o caçador tremia por ser o próximo


E daí saiu a Chapeuzinho Vermelho uma garota meiga e fofa, mas na verdade ela foi uma jovem assassina que modificaram para criar uma boa história infantil.

A verdadeira história: Branca de Neve.


Versão resumida:

Na história da Branca de Neve que nós conhecemos, a rainha manda o caçador matá-la e trazer seu coração como prova. O caçador não consegue fazer isso e lhe traz o coração de um tipo de porco.

A boa notícia é que a Disney não distorceu tanto essa história, mas omitiu detalhes importantes: no conto original, a rainha pede o fígado e os pulmões de Branca de Neve, que serão servidos no jantar daquela noite! Também no original, a princesa acorda com o balanço do cavalo do príncipe, enquanto era levada para o castelo. Não há nada de beijo mágico. O que o príncipe queria fazer com o corpo desfalecido de uma garota é algo que vou deixar para sua imaginação. Ainda na versão dos irmãos Grimm, a rainha má é forçada, no final, a dançar até a morte usando sapatos de pedra, quentes como brasas.




Versão mais detalhada:

E vamos nós a mais uma madrasta cruel! Aqui temos uma rainha que se acha a última bolacha do pacote e que sempre pergunta para seu espelho mágico quem é a mais gostosa do reino.

O espelho sempre diz que é ela, até que um dia a Branca de Neve cresce o suficiente pra ser a mais peteca de todas.

A rainha não aceita e manda um caçador matar Branca de Neve na floresta e trazer se coração como prova do feito. Ele aceita mas no fim não tem coragem e a deixa ir, levando o coração de um cervo pra mostrar a rainha como prova.

Daí a Branca de Neve vai morar com os Sete Anões (Tchurin - Tchurin - Tchun - Fry) e basicamente vira empregada deles. A rainha fica puta aquando o espelho diz que ela ainda não é a mais gostosa e resolve matar a Branca de Neve ela mesma.

Como? Você sabe, lhe dando uma maçã envenenada, que a menina prontamente come e capota.

Os anões fazem o velório na floresta e neste momento passa um príncipe que se apaixona por ela, a beija e assim que ela acorda, os dois vivem felizes para sempre!

Quero fazer um comentário aqui, pois sempre passa um príncipe pelo lugar onde ocorre a história. Caralho, quantos reinos existiam na Europa? Ou será que eram todos filhos do mesmo rei? Acho que jamais saberemos.

Muito bem, na versão original, a rainha má quer o coração de Branca de neve, mas não para ter prova de que ela está morta, não senhor! Ela quer comê-lo!!!

... é...

E dependendo de quem está contando, não é apenas o coração, há outras versões em que ela pede o fígado ou os intestinos, com a mesma intenção.

Outra coisa, o príncipe originalmente não beija a Branca de Neve e a acorda, ele convence os anões a deixarem que ele leve cadáver da menina para o castelo, pois se apaixona por ela de tal forma que não consegue sequer sem alimentar se o corpo inerte dela não estiver por perto.

Nessa versão, ela acorda pois um dos servos do príncipe fica revoltado por ter de carregar uma morta para todo lado e bate nas costas dela com força, o que a faz cuspir o pedaço de maçã envenenada que havia entalado em sua garganta e a faz acordar.

Se os anões soubessem fazer a manobra Heimlich, nada disso teria acontecido.

Aliás, vamos considerar que o príncipe se apaixonou por uma garota morta.

NECRÓFILO!!!

Mas o melhor estava por vir! A punição da rainha má!!!

Ela é convidada para a festa de casamento do príncipe e de Branca de Neve e lá é forçada a usar sapatos de ferro que são aquecidos até ficarem em brasa. A mulher então é obrigada a dançar até morrer de exaustão, enquanto os sapatos carbonizam seus pés.

Não lembro o que aconteceu com ela no filme da Disney, mas tenho certeza que não foi isso.

E gostaria de ressaltar que em todas as versões, Branca de Neve abandona os anões após conhecer o príncipe.

A Verdadeira História: Cinderela.



História resumida:

Nas versões mais antigas da história, Cinderella não é tão boazinha assim. Na realidade, ela assassinava a sua primeira madrasta para que seu pai pudesse se casar com a empregada – que depois, viria a se tornar a “madrasta má”.
Além disso, a história é mais violenta. Quando o príncipe chegava na casa de Cinderella para calçar o sapatinho nas moças, as irmãs malvadas mutilavam os próprios pés, cortando os dedos e os calcanhares, para tentar enganá-lo. Diante da falsidade delas, passarinhos entravam pela janela e bicavam seus olhos, até elas ficarem cegas.








História 
completa:

versão grega antes de Cristo e registros na China nos anos 800. Acredita-se que é a história com mais versões, centenas! Em muitas delas, Cinderela foge de seu pai, que quer casar-se com a própria filha pois esta lhe lembra sua falecida esposa,em outra versão,ela mata sua própria mãe para seu pai se casar com a empregada que se torna sua Madrasta Má.

As duas histórias mais conhecidas são do Charles Perrault e dos Irmãos Grimm. A versão mais parecida com a da Disney,que tem Fada Madrinha e Carruagem de abóbora é a dos Irmãos Grimm. Vamos começar?
A Mulher de um homem rico ficou muito doente. Ao perceber que não resistiria chamou sua única filha e lhe disse: "Filha querida, seja boa e piedosa que o bom Deus sempre lhe protejerá. Eu estarei no céu olhando pra você e nunca te abandonarei." 
Dito isso,ela fechou os olhos e morreu. A filha visitava o túmulo de sua mãe todos os dias e se mantinha boa e piedosa,ate o inverno acabar e trazer com ele a nova esposa de seu Pai com as duas filhas lindas fisicamente mas muito maldosas psicologicamente da mulher.
Foi então que começou o pior periodo da vida da moça. As "irmãs" a maltratavam,não a deixavam participar das festas de Familia,arrancaram suas belas roupas e a fizeram trabalhar para poder comer,assim começaram a chamá-la de Cinderela.
Um dia, o pai estava indo para a feira e perguntou às duas irmãs o que queriam que ele trouxesse para elas. 
"Belos vestidos," disse uma delas, 
"Pérolas e jóias," disse a outra. 
"E você, Cinderela," perguntou ele, "o que você quer?" 
"Pai, traga-me o primeiro galho de árvore que bater em seu chapéu quando estiver voltando para a casa." 
Então ele comprou belos vestidos, pérolas e jóias para as enteadas e voltando para a casa passou por um bosque e um ramo de uma aveleira passou pelo seu chapéu.Ele quebrou o ramo e levou consigo. Quando chegou em casa deu às enteadas o que haviam pedido, e para Cinderela ele deu o ramo da aveleira. Cinderella agradeceu, foi até o túmulo de sua mãe, plantou o ramo que ganhou de seu pai, e chorou tanto que as lágrimas chegaram ao chão e regaram a planta. O pequeno ramo cresceu e transformou-se em uma árvore frondosa. Depois disso,Cinderela ia látrês veses por dia,sentava-se sob a árvore, chorava e rezava. Um passarinho branco sempre vinha para a árvore e se Cinderela expressasse um desejo, o passarinho jogava para ela o que ela pedira. 
Um dia o rei anunciou que haveria uma festa que duraria três dias para a qual todas as moças jovens e bonitas do reino estavam convidadas para que o príncipe escolhesse sua noiva. Quando as duas irmãs souberam que estavam convidadas, ficaram eufóricas, chamavam Cinderela e diziam, "pentei nossos cabelos, engraxe nossos sapatos e ajude-nos a nos vestir, porque nós vamos ao casamento no palácio real."
Cinderela chorava e obedecia,e implorava para que a madrasta a deixasse ir,e a Madrasta dizia:
"Você, Cinderela,coberta de pó e sujeira como você sempre está. Você não tem roupas nem sapatos, e nem ao menos sabe dançar." 
E mesmo assim Cinderela continuava pedindo. Depois de um tempo a madrasta disse:
"Eu despejei um prato de lentilhas nas cinzas, se você conseguir catar todas em duas horas, deixarei você vir conosco." 
A moça foi até a porta dos fundos e chamou:
"Mansas pombinhas e rolinhas
E todas as aves do céu
Venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, 
As ruins no papo." 
Logo duas pombinhas brancas entraram pela janela da cozinha, em seguida as rolinhas, e por último todas as aves do céu, vieram numa revoada e pousaram nas cinzas. As pombinhas balançavam a cabeça e começaram a catar e os outros passarinhos fizeram o mesmo. Logo juntaram todos o grãos bons no prato. Não tinha passado nem uma hora quando acabaram o serviço e se foram. 
A moça, contente, levou o prato para a Madrasta. Ela acreditava que com isso poderia ir ao baile com elas mas a madrasta disse, "Não, Cinderela, você não tem roupas e não sabe dançar. Você seria motivo de risos."
Como Cinderela começou a chorar, a madrasta disse: se você conseguir catar dois pratos de lentilhas das cinzas em uma hora, poderá ir conosco. Ela achava que desta vez, Cinderela não conseguiria. 
Quando a madrasta derramou os dois pratos de lentilhas nas cinzas, a moça foi até a porta dos fundos e chamou
"Mansas pombinhas e rolinhas
E todas as aves do céu
Venham me ajudar a catar as lentilhas.
As boas no prato, 
As ruins no papo." 
E novamente todos os bichinhos da floresta vieram ajudá-la. Em menos de uma hora Cinderela e seus ajudantes já haviam pegado todas as lentilhas e crente que poderia ir ao Baile dessa vez foi ate a Madrasta que lhe disse: 
"Isso não adianta nada. Você não pode ir conosco, pois não tem roupas e não sabe dançar. Só nos faria passar vergonha." 
Dito isso, ela virou as costas e partiu com suas orgulhosas filhas. 
Enquanto não tinha ninguém em casa, Cinderela foi ao túmulo de sua mãe, sentou-se sob a árvore e disse
"Balance e se agite, árvore adorada,
Me cubra toda de ouro e prata."
O passarinho entregou-lhe um vestido de ouro e prata e sapatos de seda com bordados de prata. Ela vestiu-se com pressa e foi ao baile. A madrasta e as irmãs não a reconheceram e pensaram que deveria ser uma princeas estrangeira de tão bela que ela estava em seu vestido dourado. Elas nem imaginavam que podia ser Cinderela, e acreditavam que ela estava suja em casa, sentada ao lado do fogão catando lentilhas. O príncipe se aproximou dela, pegou sua mão e dançou com ela. Ele não quis dançar com nenhuma outra moça, não soltou a mão dela por um único instante e, se alguém a convidava para dançar, ele dizia
"Ela é minha dama." 
Dançaram até tarde da noite, e então ela quis ir embora. Mas o príncipe disse: "Eu te acompanho" pois ele queria saber a que família tão bela moça pertencia. Ela conseguiu escapar-se dele e se escondeu no pombal. O príncipe esperou em frente à casa até que o pai de Cinderela veio e lhe disse que a moça desconhecida havia se escondido no pombal.
O pai de Cinderela pensou, "Deve ser Cinderela."
Trouxeram um machado e uma picareta e quebraram o pambal em pedacinhos, mas já não tinha ninguém lá dentro. 
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderela com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderela se escapou rápido pela parte de trás do pombal e correu até a aveleira. Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão. 
No dia seguinte, a festa recomeçou. A madrasta e as irmãs foram de novo. Cinderela foi até a aveleira e disse
"Balance e se agite, árvore adorada,
Me cubra toda de ouro e prata."
Logo o passarinho lhe entregou um vestido ainda mais bonito que o da noite anterior. E quando Cinderela apareceu no baile com seu vestido, todos ficaram espantados com tanta beleza. O príncipe, que estava esperando por ela, logo pegou sua mão e não dançou com nenhuma outra moça. Quando outros vinham e a convidavam para dançar, ele dizia "Ela é minha dama." 
Quando anoiteceu, ela quis ir embora e o príncipe a seguiu para ver em que casa ela entraria. Mas ela escapou se escondendo no jardim de sua casa. Lá havia uma árvore alta e bela que dava peras maravilhosas. Ela subiu ágil como um esquilo e o príncipe não sabia onde ela estava. Ele esperou até que o pai dela veio e lhe disse:
"A moça desconhecida se escapou de mim e acredito que ela tenha subido na pereira."
O pai pensou: "Deve ser Cinderela." Trouxeram um machado e derrubaram a árvore, mas já não havia ningém lá.
Quando chegaram em casa, encontraram Cinderela com suas roupas sujas deitada nas cinzas à luz mortiça de uma lamparina.
O que aconteceu foi que Cinderela se escapou rápido pela parte de trás do pombal e correu até a aveleira. Lá ela tirou suas belas vestes, deixou-as sobre o túmulo de sua mãe e o passarinho as levou. Então ela voltou pra casa e deitou-se nas cinzas vestida com seu camisolão. 
No terceiro dia, quando a madrasta e as irmãs já tinham saído, Cinderela foi mais uma vez até o túmulo de sua mãe e disse para a aveleira
"Balance e se agite, árvore adorada,
Me cubra toda de ouro e prata."
E o passarinho lhe trouxe um vestido ainda mais explêndido e magnificente que os outros e sapatinhos de ouro. E quando ela chegou ao baile, todos emudeceram de admiração. O príncipe dançou apenas com ela e para todos que a convidavam para dançar, ele dizia: "Ela é minha dama". 
Quando a noite chegou, Cinderela quis ir embora e o príncipe estava ansioso para ir com ela. Mas ela escapou-se tão rápido que ele não conseguiu segui-la. O príncipe, desta vez, usou a inteligência: mandou que passassem piche na escadaria e, quando a moça passou, o sapato do pé esquerdo ficou grudado. O príncipe pegou o sapatinho: era pequenino, gracioso e todo de ouro.
Na manhã seguinte, ele disse a seu pai que não se casaria com nenhuma moça, a não ser a dona do pé que coubesse neste sapato e saiu a procura de sua Amada. As duas irmãs ficaram felizes pois tinham pás pequenos. A mais velha entrou no quarto com o sapato e tentava calçá-lo enquanto sua mãe olhava. Mas ela não conseguiu colocar o sapato por causa de seu dedão do pé. O sapato era muito pequeno para ela. Então a mãe lhe deu uma faca e disse:
"Corta o dedão, quando você for rainha, não precisará andar muito a pé."
A moça cortou fora o dedão, forçou o pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe. Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva. Eles tinham que passar pelo túmulo da mãe de Cinderella, e quando por lá passaram, da aveleira duas pombinhas cantaram
"Olhe para trás, olhe para trás,
há sangue no sapato,
o sapato é pequeno demais,
sua noiva lhe espera muito atrás."
Então ele olhou para o pé dela e viu o sangue pingando. Ele deu meia volta com o cavalo e levou a falsa noiva de volta para a casa, e disse para a outra irmã calçar o sapato. Ela colocou seus dedos do pé sem problemas, mas deu calcanhar era largo demais. A madrasta deu-lhe uma faca e disse:
"Corta fora um pedaço do teu calcanhar, quando fores rainha não precisarás andar a pé." 
A moça cortou um pedaço de seu calcanhar, forçou seu pé para dentro do sapato, disfarçou a dor e foi ver o príncipe. Ele colocou-a na garupa de seu cavalo e saiu com ela como se fosse sua noiva. Quando passaram pela aveleira, duas pombinhas cantaram
"Olhe para trás, olhe para trás,
há sangue no sapato,
o sapato é pequeno demais,
sua noiva lhe espera muito atrás."
Ele olhou para o pé dela e viu o sangue escorrendo pelo sapato e manchando a meia de vermelho. Ele deu meia volta com o cavalo e levou a noiva falsa de volta para casa. 
"Esta também não é a noiva certa," disse ele, "vocês não têm outra filha?"
"Não," disse o homem, "temos apenas a pequena e raquítica ajudante de cozinha, filha de minha ex-mulher, mas não é possível que ela seja a noiva." O príncipe pediu para vê-la, mas a mulher disse "oh, não! Ela está sempre muito suja. Não está apresentável. Mas o príncipe insistiu e Cinderela foi chamada.
Ela primeiro lavou suas mãos e o rosto, e curvou-se diante do príncipe que entregou-lhe o sapatinho de ouro. Ela sentou-se em um banquinho, tirou o pesado sapato de madeira, e calçou o sapatinho de ouro, que serviu como uma luva. Ela ergueu-se e o príncipe olhou para o seu rosto e reconheceu a bela moça com quem tinha dançado e disse: 
"Esta é a noiva verdadeira." 
A madrasta e suas filhas estavam horrorizadas e ficaram pálidas de raiva, ele, entretanto, colocou Cinderela sobre seu cavalo e levou-a consigo.
Quando passaram pela aveleira, as duas pombinha cantaram:
"Olhe para trás, olhe para trás,
não tem sangue no sapato,
que não lhe é apertado,
É com a noiva certa que estás."
E depois de cantar, as duas pombinhas pousaram nos ombros de Cinderela, uma no direito, a outra no esquerdo, e ficaram sentadinhas lá. 
Na cerimônia do casamento do príncipe, as duas irmãs falsas foram e queriam ficar de bem com Cinderela e dividir com ela a boa fortuna que teve. Quando os noivos chegaram à igreja, as pombas atacaram as falsas irmãs arrancando-lhe os olhos fazendo-as ficarem cegas por toda a eternidade! Enquanto Cinderela viveu feliz para sempre!

Hora de Aventura - o episodio perdido





Todos vocês já devem ter ouvido falar do novo desenho do Cartoon Network, chamado "Hora de Aventura". E todos vocês provavelmente já viram a estreia... ou pelo menos acham que viram.


Eu estava acordado na sala, eram cerca de 3:30 da manhã, e eu estava assistindo a TBS. Estava passando de canais procurando algo bom pra assistir, até que me deparei com um novo episódio de “Hora de Aventura”, chamado "Socrates Wish". Nisso, coloquei no Cartoon Network, e a introdução do show já estava terminando. Encostei-me a minha poltrona, esperando para assistir o mais novo episódio da série.

O que vi foi extremamente desagradável. O episódio começou no Reino Doce, com Finn e Jake correndo para as portas principais do castelo. Eles empurraram a porta violentamente, e eu vi que a cabeça do Mordomo havia sido mordida por algum tipo de dragão que estava ao seu lado. O sangue esguichava do pescoço de PB, e o dragão olhou para Finn e Jake. Rapidamente, o dragão em questão voou para longe.

A dupla andou pelo castelo, se deparando com todos os tipos de cidadãos do Reino Doce mortos, ou apenas sentados, sorrindo ameaçadoramente. Eles passaram ao lado de Cinnamon Bun, que estava sentado e sorridente, quando de repente, ele agarra a perna de Jake. Finn tentou jogá-lo para longe, mas não conseguiu. Jake, então, ficou completamente marrom, e alguns barulhos de esmagamento podiam ser ouvidos, enquanto ele caia no chão duro como uma pedra. Depois de alguns segundos encarando o corpo de Jake, Finn, cauteloso, continuou a andar pelo castelo.

Ele chegou à parte principal do palácio. Princesa Jujuba podia ser visto vista sentada em seu trono.

"Oh, Finn, obrigado por ter vindo! Todos os meus cidadãos se transformaram em zumbis!"

Eu mal pude entender isto, devido ao fato de que o áudio estava um pouco distorcido.

"Sem problemas, princesa. Mas acabei perdendo Jake no caminho pra cá... Alguma chance de você ajudá-lo?". O áudio se distorce novamente.

"Finn, não podemos ajudar as pessoas no Japão, podemos?". Finn se aproximou.

"No Japão, mas o que--“. De repente, o trono gira rapidamente, revelando outro trono por trás dele. Nele, estava a Princessa Jujuba, toda esverdeada e com metade de seu corpo faltando. Tudo o que restava eram os ossos. Ela pulou em direção ao Finn, mordendo violentamente sua cabeça. Muito sangue escorre de sua ferida, até que Finn cai, morto.

Uma musica estranha de violino (parecia com a musica de abertura do desenho, só que mais lenta) começou a tocar enquanto alguns zumbis carregavam os cadáveres de Jake e Finn pra fora do castelo. Eles atiraram-os do penhasco, e em seguida, comemoraram. De repente, eles voltaram ao normal, mas pararam segundos depois e fixaram para o penhasco, sem se moverem. A cena abruptamente muda para preto, e então um texto branco aparece, mostrando o seguinte:

"ESTE EPISÓDIO DE HORA DE AVENTURA FOI RETIRADO DO AR PELO GOVERNO DEVIDO AO SEU CONTEÚDO IMPROPRIO. VOLTAREMOS EM INSTANTES COM NOSSA PROGRAMAÇÃO DO CARTOON NETWORK. SENTIMOS MUITO PELO TRANSTORNO.".

Foi uma experiência traumática, com certeza. Demorei muito tempo pra conseguir pegar no sono, apenas para ser acordado pela minha mãe logo em seguida: era meu primeiro dia de volta as aulas.

O espelho



Nancy Fieldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870. Segundo a historia, Os senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho). Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir as agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja"... Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.

O dia da Meia-Noite



Numa cidade do interior de Minas Gerais, chamada Ibiá, conta-se um "causo", que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na década de 60, uma enfermeira, filha de criação de um grande fazendeiro, iria se casar. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais. (perai... isso é um "causo" ou um anúncio de massagens?) Seu noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava ornamentada e o padre se preparava tomando "alguns" cálices de vinho. os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos viajariam para a "Europa" em lua de mel. No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - "Sinto Muito! Não a amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar esse casamento." Em seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, se tranca em seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento: 20 de Maio. Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva aparece, nua, cavalgando pelas ruelas da pequena Ibiá, dando gritos de horror e desespero!

To the moon


To the Moon é o quarto jogo nipo-americano produzido por Kan "Reives" Gao e o primeiro lançamento comercial de sua desenvolvedora indie Freebird Games. É um RPG de aventura com elementos de visual novel produzido com a engine RPG Maker.


Sinopse:
A história do jogo é baseada nas memórias, e a tecnologia que permite modificá-las. A empresa fictícia Sigmund Corp. se utiliza dessa tecnologia para a "realização de desejos" para pessoas próximas da morte. A semelhança com filmes como " Brilho Eterno de uma mente sem lembranças" e "A Origem" é inevitável, sendo o primeiro uma das fontes de inspiração para Kan Gao como o mesmo afirma.
No jogo, temos dois funcionários da Sigmund Corp - Dr. Eva Rosalene e Dr. Neil Watts - contratados para realizar o desejo de Johnny, que deseja ir para a Lua. É um jogo cheio de aventuras, tragédias, mistérios e uma dose ideal de humor, um jogo envolvente e apesar de sua jogabilidade simples no estilo "Point and Click", é um jogo que nos faz refletir sobre a vida e os problemas que passamos, e possui um desfecho incrível que impressionará o jogador.

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3 lendas urbanas que acabaram se provando reais




algumas histórias macabras que ouvimos ou lemos por aí que supostamente são reais, mas, de tão malucas, acabamos pensando que não passam de mais uma lenda urbana. Entretanto, o pessoal do site CRACKED.com decidiu investigar e descobriu que algumas delas realmente aconteceram!


Chamadas do além

Você já ouviu falar de pessoas que receberam ligações telefônicas de alguém que, sem elas saberem, havia acabado de falecer? Essa história aconteceu nos EUA, em 2008, depois de um terrível acidente envolvendo dois trens que provocou a morte de 25 pessoas. Sabendo que Charles Peck estava viajando em um dos trens, seus familiares entraram em pânico, aguardando ansiosamente por notícias. Até que receberam uma ligação. E outra. E mais outra!

No total, foram 35 chamadas realizadas do celular de Peck e, apesar de os policiais terem achado a vítima através do sinal do aparelho, o encontro não foi nada feliz. Peck já estava morto, preso às ferragens, e até hoje ninguém jamais conseguiu explicar como as ligações puderam ser realizadas. E sabe o mais irônico dessa história? O acidente ocorreu porque um dos maquinistas se distraiu com o próprio celular e passou em um sinal vermelho.


Elevador da morte
Imagine que você vai pegar o elevador e, por algum motivo, as portas se fecham sobre o seu corpo e você fica preso. Parece o enredo de um filme de terror, não é mesmo? Pois em 2003, em um hospital — para completar o cenário macabro — dos EUA, o médico residente Hitoshi Nikaidoh acabou ficando preso na altura dos ombros entre as portas de um elevador. O problema é que ele não conseguiu se soltar, e o elevador começou a subir.

Nikaidoh teve a sua cabeça partida pela metade na altura da boca, e a outra pessoa que estava no elevador — havia uma pobre enfermeira lá dentro! — teve que esperar durante mais de uma hora na companhia da metade superior da cabeça do pobre médico, até que uma equipe de salvamento conseguisse tirá-la de lá.


Suicídio impossível

Pode parecer impossível, mas David Phyall — um britânico muito, muito descontente — decidiu cometer suicídio cortando a própria cabeça com uma serra elétrica. Tudo começou quando o prédio no qual Phyall vivia foi decretado como condenado e todos os inquilinos receberam ordens de se mudar para outros locais. Mas não David!

Mesmo depois de receber 11 ofertas de acomodações alternativas, David se recusou terminantemente a deixar o seu lar. Tanto que, para garantir que não sairia do apartamento vivo — e que daria bastante trabalho para a equipe de limpeza —, ele planejou a própria morte, e de uma maneira absurdamente sinistra.

Phyall prendeu uma motosserra à perna de uma mesa de sinuca, usou fita adesiva para manter o botão de “liga/desliga” ligado, e um temporizador para botar a ferramenta para funcionar. Depois, Phyall se deitou debaixo da mesa, com a corrente da serra posicionada sobre o pescoço e, alguns minutos mais tarde, perdeu a cabeça... literalmente.

A morte liga a cobrar





Era uma uma noite escura e chuvosa naquela cidade, e na casa número 103 só estava um adolescente, ja que os pais haviam saído.O garoto estava sentado no sofá bebendo refrigerante, comendo pipocas e assistindo a um filme de terror quando o telefone tocou.

Ele resolveu atender, mas quando atendeu não havia ninguém na linha, então ele achou que era trote e continuou assistindo o filme. Então o telefone tocou novamente, ele atendeu e novamente não havia ninguém na linha, ja irritado, ele desligou.
Meia hora depois, o telefone tocou outra vez, desta vez a ligação era a cobrar e o garoto atendeu, pois achou que poderia ser importante, ele perguntou quem era, e uma voz seca respondeu:”é a morte”! o garoto pensou:”não acredito, outro trote”! e desligou o telefone.
Mas, quando ele se sentou no sofá de repente a pipoca caiu no chão, a garrafa de refrigerante quebrou, a tv desligou e as luzes piscaram até se apagarem totalmente, a esta alura, o jovem ja estava assustado, então ele olhou para fora da janela e viu um sujeito usando uma tunica ensanguentada com capuz e segurando com suas mãos de esqueleto uma foice suja de sangue se aproximar da casa,e ele resouveu colocar o sofá em frente a porta, para que o sujeito não conseguisse entrar, mas o sujeito(que era a morte) quebrou uma janela e entrou, e o jovem só teve tempo de gritar enquanto era degolado pela morte.

Uma hora depois, os pais do jovem chegaram em casa e ficaram apavorados ao ver o corpo sem cabeça do filho pendurado na escada, e se mudaram no dia seguinte.